quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Central termoelétrica da Tapada do Outeiro - Broalhos


Central termoelétrica da Tapada do Outeiro - Broalhos

Morada: Rua da Termoelétrica de Broalhos

Código Postal: 4515-430 – Medas

Dados Históricos: A central da Tapada do Outeiro situa-se na margem direita do rio Douro, na bacia hidrográfica da barragem de Crestuma-Lever, na freguesia de Medas, concelho de Gondomar, a cerca de 15 km da cidade do Porto. O projeto do edifício é da autoria do arquiteto José Carlos Loureiro, a parte técnica das caldeiras é da responsabilidade do engenheiro Ilídio Mariz Simões, betão armado de Joaquim Sarmento e estrutura metálica de Campos e Matos. Fazendo parte do património industrial – arquitetura industrial moderna (1925-1965) encontra-se sem proteção. Tendo sido inicialmente construída para apoio térmico à rede de centrais hidroelétricas existente no final dos anos 50 do século passado em período estival, funcionava como compensador síncrono fora desse período. Iniciada em 1955, a construção do primeiro grupo ficou terminada em meados de 1959, tendo o último grupo entrado em serviço em 1967.

 

Diogo Rocha, nº 11

Alexandre Cunha, nº2

Filipe Correia, nº12, 6ºD

A casa centenária


A casa centenária      

A minha mãe comprou a casa em 2002 e vendeu-a em 2005.

            Foi construída em 1920 e agora já está muito modificada. Fica

situada em Baião, na freguesia de Valadares.

Durante algum tempo, as minhas férias eram lá passadas, tinha três quartos, uma sala, uma cozinha e uma casa de banho.

À beira da casa havia ovelhas, que eu adorava vê-las comer erva.

Existia lá um campo com videiras.

Adorei estar algum tempo nessa casa quase centenária.    

                       

 

 

                                                                                                                                                                                                                                           Mariana Torres; 5ºA

 

 

 

 

 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Panela de três pernas



A Panela de três pernas veio para a minha casa porque nas mudanças o meu pai trouxe-a da casa do meu avô. Ela servia para fazer sopa e devia ser deliciosa.

A panela de três pernas tem entre 120 anos a 130 (é muito velha).

Ela passou de geração em geração da minha tetravó para a minha bisavó para o meu avô para o meu pai e se calhar para mim.

Ela é de ferro e com o tempo enferrujou.    

 

                                                      José Pedro 6ºc  JJJJJ

A Mesinha de Cabeceira




                                                      A Mesinha de Cabeceira

 

   O objeto que vou falar é uma «mesinha de cabeceira» e tem quase 60 anos. Foi a minha avó que a comprou. A cor é acastanhada e tem 4 gavetas.

   Está no meu quarto e serve para pôr lenços e meias.

   Espero que dure muitos anos.

 

Ricardo Marques - 6ºc - nº 21

 

O armário com história


Objeto com história                        

O meu objeto é uma cómoda, que já tem 84 anos, serve para guardar roupa.

Esta cómoda, de família, pertenceu à minha bisavó mas foi a minha avó materna que a herdou.

Tem uma grande utilidade. A cor da madeira é castanha e está no quarto da minha mãe se durar vai ficar para mim. A madeira de que é feita a cómoda é de castanho.                                                         

 

                                                                       Francisca Vieira Lopes  - 5º A      
                                                                                                                                

domingo, 2 de dezembro de 2012

Objetos com História


Objeto: Relatório da Comissão Administrativa da Santa Casa da Misericórdia do Porto (no período decorrido de 1 de julho de 1910 a 31 de dezembro de 1911)




História deste livro

Este livro foi oferecido à minha avó materna, na época em que ela era ainda funcionária no Hospital de Santo António, na cidade do Porto. Como a minha mãe é professora de História, a minha avó achou que fazia sentido dar-lhe o livro, um verdadeiro documento histórico.


Ana Mafalda Silva, clube “À Descoberta da História”

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

1º de Dezembro de 1640



1º de Dezembro de 1640                
O que aconteceu?

   D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer de Quibir no norte de África em 1578, o rei morreu solteiro e sem filhos e ficou seu tio-avô, Cardeal D. Henrique a governar, mas como ele já não era muito novo passado 2 anos (em 1580) morre e a partir daí houve problemas de sucessão ao trono.

   Havia 3 pretendentes ao trono de Portugal, D. Filipe I, D. António Prior do Crato e D. Catarina Duquesa de Bragança (netos de Manuel I). O eleito ao trono foi D. Filipe I porque os grupos privilegiados pensavam que iam ter grandes privilégios. Como ele também era rei de Espanha formou-se uma União Ibérica. Ele prometeu manter a moeda, costumes, a língua e proteger as terras portuguesas.

   Quando D. Filipe I morreu vieram novos sucessores ao trono e que não cumpriram as promessas que D. Filipe I fez, por isso mesmo os inimigos do rei Espanhol, os ingleses, franceses e holandeses invadiram Portugal.

   O povo começou a manifestar-se por causa do aumento dos impostos e a diminuição dos salários. No dia 1 de Dezembro de 1640 um grupo de nobres restaurou a independência sendo escolhido o novo rei, nas cortes de Lisboa, D. João, Duque de Bragança com o título de D. João IV. Durante 28 anos Portugal esteve em conflito com Espanha, mas terminou em 1668 com um tratado de paz.                                        
 
  Mariana Gandra, Ricardo Marques, José Sousa 6º c