terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A máquina de furar com história...


Sara Paiva - 5ºG


A máquina de furar com história...


Em minha casa há uma máquina de furar madeira manual que era do meu bisavô Manuel Martins Sousa. Agora tem mais de 100 anos e está “arrumada” no velho banco de marceneiro da fábrica Paivas Móvei’s que continua nas “mãos” da minha família.
O meu bisavô usava-a para furar a madeira na oficina, onde trabalhou toda a vida. Esta relíquia de família tem as marcas de uma vida de marceneiro e hoje é uma memória viva repleta de boas recordações, num banco de marceneiro de tradição familiar.
Sara Paiva - 5º G

domingo, 19 de fevereiro de 2012


Tudo se passou quando eu era pequenina... A minha tia tinha um quadro na parede em cima do sofá. Ele tinha uma espécie de casas com um rio.
Um dia combinei com a minha prima, pela Internet, ir dormir lá a casa. A minha tia e o meu tio deixaram-me ir lá dormir. Mas de noite… Levantei-me com a minha prima e fomos até à sala. Antes, tínhamos pegado numa lanterna para nos orientar. Observamos bem o quadro e notamos que havia alguma coisa atrás do quadro, mas o que seria?
Era uma caixa e lá dentro havia fotografias da tia, dos meus tios, mas o que estaria aquilo ali a fazer? Também tinha um papel a dizer: ”Desculpem pelo atraso espero que tenha chegado a tempo”. Bem não é para assustar mas…tinha em parte, mistério.
Passados três anos consegui compreender o que era aquilo. Era o quadro preferido pelo marido que tinha morrido dois anos antes e como ele gostava muito de rios e casas antigas a mulher pintou esta lindíssima paisagem.
Este quadro contiunua na minha família e guarda uma das suas memórias.

A história misteriosa



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Relógio com história


Em minha casa tenho um relógio com numeração romana da minha tetravó Ana Ramos e do meu tetravô Manuel Ramos. Este relógio agora pertence aos meus avós e normalmente está parado porque o bater das horas é bastante barulhento.
No sítio onde está serve de decoração e fica muito bonito.
Aquele relógio é muito importante para a minha avó porque pertencia aos avós dela. Eu também gosto do relógio porque tem
numeração Romana.

Inês Oliveira Santos - 5G

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012


Rancho Folclórico de Gens
Foi em Agosto de 1982 que se reuniram os primeiros bailadores, cantadores e tocadores para dar corpo e alma ao rancho.
Preservar e divulgar os usos e costumes, as tradições, danças e os cantares do seu território geográfico e da própria região era o objectivo. Retrataram-se assim, com a fidelidade possível, os trajos que fizeram época no século XIX e princípio do século XX, como se exaltaram as melodias e as danças que constituíram gáudio das gentes de então.
O Rancho Folclórico de Gens, segundo conta a minha tia foi fundado pelo meu avô, Serafim Sofia de Castro.
O rancho usa trajes tradicionais, que são diferentes entre os homens e as mulheres.
As mulheres usam saias compridas que ao rodar levantam, camisas brancas com botões vistosos. É natural usar-se o cabelo preso com uma rede em forma de bola, brincos compridos e colares de ouro, muito, muito compridos. Algumas costumam usar coletes pretos com cordões para apertar. Os sapatos costumam ser pretos de tacão.
Os homens usam roupa mais simples como umas calças pretas ou castanhas, camisa branca com botões vistosos, colete da cor das calças, chapéu e botas pretas.
No rancho para além dos que cantam, dos que dançam e dos que tocam, há os noivos e os que levam a bandeira e os acessórios da representação.
Os noivos são uma mulher e um homem que podem ser casados ou não. Aqui também a roupa é diferente entre o homem e a mulher.
A mulher usa saia comprida preta com renda na parte de baixo, camisa preta com botões de ouro, casaco preto também, sapatos pretos de tacão e é adornada com colar e brincos de ouro. O traje da noiva é diferente e ela leva uma sombrinha.
O homem usa umas calças pretas, uma camisa branca, um colete preto, umas botas pretas e um chapéu.

Sara Castro Paiva 5º G



O martelo antigo

Este martelo foi feito pelo meu bisavô. Ele inspirou-se no momento em que viu um grande numa loja caríssima…. Ele nessa altura trabalhava na a.p.d.l. - Empresa e como o dinheiro nessa altura não abundava decidiu fazer um mais pequeno.
Nesse mesmo dia à noite comentou com a minha bisavó sobre o martelo grande e caro.
Dias depois decidido começou a fazer um pequeno que fico para a história da nossa família.
O meu bisavô morreu em 1985 e o martelo ficou para a “as memórias” da família. Ainda hoje, a minha avó o usa para partir nozes e contar mais uma vez a história do "martelo com história".
Frequentemente vejo a minha avó a olhar para o martelo e a lembrar-se dos bons momentos passados com o seu pai.
Filipa Krebel